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Perdeu a carteira de vacinação? Saiba o que fazer quando não há registro das vacinas

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  Falta de comprovantes não significa que é preciso recomeçar todas as imunizações; histórico, idade e situação vacinal ajudam a definir quais doses são necessárias Você sabe quais vacinas tomou ao longo da vida? Para muita gente, a resposta não é tão simples. A carteira de vacinação da infância se perdeu, os registros ficaram espalhados entre diferentes serviços ou simplesmente não acompanharam as mudanças de endereço e de fase da vida. O problema costuma aparecer quando é necessário comprovar uma imunização ou quando surge a dúvida sobre quais doses ainda estão pendentes. Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, perder a carteira não significa necessariamente ter que começar todo o calendário novamente. O primeiro passo é tentar recuperar os registros existentes e, a partir das informações disponíveis, avaliar quais vacinas precisam ser atualizadas. “É comum recebermos adultos que não sabem quais vacinas tomaram ou que têm apenas parte dos re...

Sono, alimentação e estresse influenciam a resposta às vacinas?

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  Especialista explica como hábitos de vida impactam o funcionamento do sistema imunológico e esclarece que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção de doenças A alimentação, a qualidade do sono e os níveis de estresse são fatores conhecidos por influenciar o funcionamento do sistema imunológico. Mas será que esses hábitos também podem interferir na resposta do organismo às vacinas? A resposta é sim, embora que isso não significa que pessoas cansadas, estressadas ou com alimentação inadequada deixem de desenvolver proteção após a imunização. Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, a vacina estimula o sistema imunológico a produzir uma resposta de defesa, processo que depende do bom funcionamento do organismo. "Diversos estudos mostram que hábitos saudáveis podem favorecer uma resposta imunológica mais eficiente. No entanto, isso não significa que a pessoa deva adiar a vacinação porque dormiu pouco ou está passando por um perí...

Sarampo, coqueluche e meningite: por que doenças preveníveis ainda preocupam especialistas?

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  Queda na cobertura vacinal favorece o retorno de infecções que podem causar complicações graves; especialista reforça a importância de manter a carteira de vacinação em dia em todas as fases da vida Doenças que pareciam controladas voltaram a acender o alerta das autoridades de saúde. Casos de sarampo, coqueluche e meningite continuam sendo registrados em diferentes regiões do país, reforçando um desafio que vai além da disponibilidade de vacinas: a queda na cobertura vacinal da população. Embora os imunizantes estejam disponíveis há décadas e tenham reduzido significativamente a incidência dessas doenças, a proteção coletiva depende de altas taxas de vacinação. Quando esse índice diminui, vírus e bactérias encontram novamente espaço para circular, aumentando o risco de surtos e colocando em perigo principalmente crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com o sistema imunológico comprometido. Segundo a enfermeira e responsável técnica da Clínica Vacinne, Elisa Lino, muitas ...

Cinco vacinas que muita gente esquece depois da infância

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  Calendário do Ministério da Saúde prevê vacinas e doses de reforço para adultos e idosos, mas muita gente acredita, de forma equivocada, que a imunização termina na infância Muita gente acredita que a vacinação é assunto de criança e só volta a pensar no tema quando surge uma viagem, uma gravidez ou alguma doença. No entanto, o próprio Ministério da Saúde mantém um Calendário Nacional de Vacinação com imunizantes e doses de reforço recomendados também para adultos e idosos, conforme a idade, o histórico vacinal e as condições de saúde. Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, é comum encontrar pacientes que passam anos sem revisar a carteira de vacinação. "Grande parte dos adultos acredita que já recebeu todas as vacinas necessárias. Na prática, muitos precisam atualizar reforços ou completar esquemas vacinais para manter a proteção contra doenças que continuam circulando. A vacinação é um cuidado que acompanha toda a vida", afirma. Ent...

Outubro Rosa: movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama alerta para cuidados com outros tipos da doença

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T erceiro tipo de câncer mais prevalente entre a população feminina, o tumor de colo do útero atinge mais de 16 mil mulheres no Brasil por ano; vacina do HPV pode ser tomada por mulheres até 45 anos Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de colo do útero atinge mais de 16 mil mulheres no Brasil por ano, o que já faz dele o terceiro tipo de câncer mais prevalente entre a população feminina. Por ser silenciosa, de 35% dos casos da doença acaba levando à morte. A transmissão do HPV acontece via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. A boa notícia é que existe vacina para isso! O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza a vacina quadrivalente apenas para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Na rede privada, é possível garantir a imunização para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos.Segundo a gerente da Clínica Vacinne, a enfermeira especialista em vacinação, Renata Quadros, d...

Chegada do frio alerta para a importância da vacinação

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Nunca demos tanta importância para uma vacina: em tempos de pandemia, receber a imunização da COVID-19 se tornou sonho de consumo para todos. Mas além dela, existe todo um calendário de imunização para crianças, adultos e idosos. São mais de 25 doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, entre elas, Hepatite B, tetravalente, poliomielite, tríplice viral e febre amarela, tríplice bacteriana, Herpes Zóster, entre outras. Com a chegada do inverno, a vacinação em dia contribui para o aumento da imunidade do organismo, principalmente em doenças respiratórias e virais, que são mais prevalecentes nas baixas temperaturas. Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Renata Quadros, no frio os ambientes ficam mais fechados, com menos circulação de ar, o que aumenta a circulação de vírus e bactérias. “Muitas doenças respiratórias apresentam sintomas parecidos com o coronavírus, como febre, cansaço, dor de garganta, falta de ar, entre outros. A imunização deixa o or...